terça-feira, novembro 25, 2008

CHINESE DEMOCRACY


Para todos os filhos da puta que nos julgavam mortos...
Guns r fuckn back

quarta-feira, agosto 27, 2008

domingo, julho 20, 2008

Agora as Couves

Uma couve pra mim
Uma couve pra ti
Olá olá olá...

terça-feira, junho 17, 2008

Quando eu morrer




Vai ser um belo dia
meu amor vais ver
vai ser tão calmo
vai ser lindo de morrer
e à minha volta tudo vai ter luz
essa luz que é meu desejo ter
e como um truque de uma insólita magia
trazendo o nosso amor de volta à luz do dia

quando eu morrer
meu amor eu fico vivo nos teus gestos
e em teu sorriso
por isso nunca deixes de sorrir
pois para o nosso amor viver é só o que é preciso

Manel Cruz - Quando eu Morrer - Foge Foge Bandido
"QUANDO EU MORRER" de Luís Vieira Campos -- 2006

segunda-feira, junho 16, 2008

terça-feira, junho 03, 2008

3 Anos



Nada passa por nós senão o tempo...

AMO-TE

segunda-feira, abril 07, 2008

Other side Of the World (cover)

Eu vi,mas nao agarrei

Por querer mais do que a vida
Sou a sombra do que eu sou
E ao fim nao toquei nem nada
Do que em mim tocou

Eu vi,mas nao agarrei
Eu vi,mas nao agarrei

segunda-feira, março 17, 2008

quinta-feira, março 13, 2008

Tornados

Alucinado

Orfão de amores

Pus fogo à casa

Rufei tambores

Os cães rosnando

A dor também

Não tive medo

De ir mais além

O peito arde

Ardem cidades

Veias do mundo

Na tempestade


Antes assim

Visito a morte

Passa-me a língua

No sexo forte

Veludo rubro

Em carne viva

Garganta funda

Super activa

São ventos de outra era

Que me sopram na memória

Tornados de quimera

Que ficaram na história

São beijos pueris

De traições anunciadas

São fúrias febris

Dementes, desesperadas

São ventos de outra era

Que me sopram na memória

Tornados de quimera

Que ficaram na história

São beijos pueris

De traições anunciadas

São fúrias febris

Dementes, desesperadas

TORNADOS[Adolfo Luxúria Canibal / António Rafael] - Mão Morta

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Apneia

Apneia...
Solto um riso quando o despertador me acorda de manha, é bom ir acordando...
Um cigarro...
O coração bate mas não como dantes, é incerto e o aperto é estranho e novo. Apneia, não quero dormir.
Silencio... acendo um cigarro, falamos do dia a dia e passam-nos tantos dias...
Silencio... Não sei o que pensas, como pensas e quando pensas, se não estás noutro mundo... no teu silencio...
Gosto tanto do teu sorriso, gosto da tua tristeza, gosto dos teus olhos tristes, gosto dos teus olhos lindos e tristes, gosto deles sem o triste... Sem silencio...
Às vezes convidam-me a sair por aí na aventura, às vezes enganam, às vezes não sei se enganam... às vezes fecham... Apneia... Silencio... Convida-me a sair por aí.
Um cigarro...
Nada a dizer, o silencio invade o nosso mundo de novo... Apneia, acorda e respira, conheço este mundo tão bem que receio... Nenhum de nós tem nada a dizer ao outro...
ou tem?
Sem fundo, sem fundamento, às vezes os teus olhos enganam, às vezes não sei se enganam... Flutuo... Apneia...
Boa noite... dorme bem e acorda amanha...
SILENCIO...

segunda-feira, dezembro 24, 2007

sábado, dezembro 22, 2007

sexta-feira, outubro 12, 2007

Perigo

Atenção...
Vai existir mais um perigo na estrada...
A minha irmã... argh.
PARABENS

sábado, setembro 22, 2007

Esta Musica Não Me Larga

Vem
Além de toda a solidao
perdi a luz do teu viver
perdi o horizonte
Esta bem
Prossegue la até quereres
Mas vem depois iluminar
Um coracao que sofre
Pertenco-te
Até ao fim do mar
Sou como tu
Do mesmo amar
Por isso vem
Porque te quero
Consolar
Se nao esta bem
deixa-te andar a navegar
Madredeus - Vem

sábado, julho 07, 2007

A Casa

Sentir de novo
Aquela dor
A pouco a pouco respirar
Aquele amor que foi
Vivido e esquecido
Em segredo
Como ninguém

Perdoar
Como perdoar
Há tanto tempo que eu queria mudar
Queria voltar
Acordar
Deixar o dia passar devagar
Assim ficar

Sentir de novo
Aquele amor
A pouco a pouco consolar
Aquela dor que foi sentida e sofrida
Em silêncio

Chegar de novo
Sentir o amor
Voltar a casa sem pensar
Deixar a luz entrar
Esquecer aquela mágoa
Sem ter medo
Como ninguém

Encontrar
Poder encontrar
Todas as coisas que eu não soube dar
Saber amar
Perdoar
Saber perdoar
Há tanto tempo que eu queria mudar
Queria voltar
Aceitar
Deixar que o tempo te faça voltar
Saber esperar


Rodrigo Leão - A Casa

segunda-feira, julho 02, 2007

desconexo

desconexo
a ultima noite foi uma completa insonia,
o mundo parecia outro,
Só, quase só

A manha não era a mesma,
a noite não foi a mesma
nada foi o mesmo
mas nada mudou.

as palavras não ditas
as palavras malditas